O Brasil já progrediu na expansão do seu sistema educacional. Segundo o IBGE, 93% das crianças entre 7 e 14 anos já estão na escola, mas infelizmente, a qualidade do ensino deixa muito a desejar.
As matrículas no ensino médio dobraram nos últimos 12 anos. Porém, são altos os índices de reprovação e notas abaixo da média. Os indicadores do analfabetismo funcional impressionam: somos um dos últimos da América Latina neste quesito.
É incalculável o número de adultos que não conseguem sequer elaborar um mero bilhete. Em média, um aluno brasileiro passa mais de três anos repetindo de série e apenas 60% conseguem chegar à quarta série.
No mundo inteiro apenas Gabão e Ruanda apresentam números mais indecentes !
Aproximadamente 40% dos brasileiros são incapazes de encontrar informaçõies em pequenos textos !
A disponibilidade de professores qualificados é um dos graves problemas nacionais.
Aparentemente, os alunos reconhecem as dificuldades que lhes são apresentadas e perseveram, em busca de um futuro melhor. Embora o número de escolas com computadores e os alunos com acesso permaneçam baixos, a tecnologia da informação avança célere no Brasil, precisando da contrapartida de agentes qualificados.
Mesmo a TI representando um papel decisivo para a mlehora da educação brasileira e no crescimento do indivíduo, nossos professores não foram preparados.
Muitas escolas que têm apenas um computador, o guardam em uma área acessível apenas a funcionários, a fim de evitar furtos e danos.
Embora não sejam freqüentes casos de roubo, há muita pressão para que os diretores mantenham os PCs seguros, mesmo que isso os mantenha fora de uso – note que imponderável !
Os professores alegam que o planejamento limitado e o acesso restrito aos computadores fora da aula divicultam o planejamneto de atividades relevantes às metas educacionais.
Nas escolas públicas, é comum que as tentativas de integração curricular não sejam bem sucedidas, porque os níveis de alfabetização dos alunos, combinados com a complexidade do material que estavam estudando, impossibilitaram que os alunos concluíssem uma tarefa independentemente.
Os alunos solicitados a escreverem suas próprias redações, com base em pesquisa no computador, acabaram simplesmnete copiando.
Outros dissertaram sobre idéias que não entendiam !!
Alexandre Cabreira é curioso por excelência. Usuário da web deste 1993, cursa Ciências da Computação e começa a flertar com a Web Semântica. Espera que dê casamento... É editor do blog Infologia ! (http://alexandrecabreira.com.br )
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