
Inúmeros candidatos se embaralham para desenvolver os seus slogans (frases), porque, aparentemente, parece ser fácil, mas não é. O slogan é a alma da campanha do candidato e é justamente dele que surge o discurso. Para criar o slogan, deve-se fazer uma “tempestade de ideias”, ou seja, escrever em um papel diversas frases que sejam coerentes com a sua história.
Após isso, escolha somente uma frase e escreva-a numa folha branca, com letras pretas e mostre-a para algumas pessoas, mas não diga quem é o candidato. Esse tipo de estratégia é pouco utilizado e serve para perceber como os eleitores irão interpretar a frase. Mas para que serve então?
O candidato começa a obter um posicionamento que, na verdade, é como as pessoas irão lembrar do candidato, ou seja, uma identidade que é desenvolvida no período eleitoral.
Como exemplos, citam-se produtos como lâmina de barbear e refrigerante: ao falar deles, de que você lembra em primeiro lugar? Gillete e Coca-cola certo? É basicamente o que acontece quando você cria uma identidade. Se você adquire um posicionamento na cabeça do eleitor, fica mais fácil trabalhar com o seu discurso e o JINGLE.
Leia o restanto no site Marketingpolis
Obs: Lembrando que estas estratégias fazem parte de um grande contexto e que elas não se limitam somente ao que foi citado. Se você gostou, por favor, repasse para um amigo candidato.
Por Sullyvan Andrade, publicitário, especialista em marketing político e propaganda eleitoral pela USP.
Bacharelado em Comunicação Social, habilitação em publicidade e propaganda (2003). Pós-graduado em marketing político e propaganda eleitoral pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP - 2007). Experiência em comunicação e marketing político desde 2000. Trabalho entre as principais periferias de São Paulo, Heliópolis, Parelheiros e Cidade Tiradentes, atuando como consultor de marketing político, visando estratégia de penetração do ex-Instituto Valores (OSCIP) em São Paulo-SP (2005/2007). Pesquisa e diagnóstico em Paraisópolis sobre o mandato do ex-vereador José Rolim de São Paulo-SP (2007).
Convidado para ser vice-coordenador e professor da universidade Estácio de Sá em Juiz de Fora para a disciplina “Planejamento de campanha”, no curso de pós-graduação em Marketing Político (2007).
Palestrante e conferencista em diversas cidades de Minas Gerais na área de publicidade e marketing eleitoral desde (2007).
Participação em campanhas eleitorais como consultor e coordenador de comunicação e marketing: Reginaldo Lopes (deputado federal - 2002/ reeleição 2006), Dr. Nilo (prefeito/2008), Zé Newton (prefeito/2008), Labenert (vereador - 2004/2008), Jose Mauro (vereador/2008), Marco Landim (vereador/2008), Ronaldo Toledo (vereador/2008), Milton Andrade (vereador /2000).
Assessor de comunicação política do prefeito de Santos Dumont-MG (2006).
Autor de projeto social nas escolas públicas de Santos Dumont: "Luz, câmera, Santos Dumont em ação", com o objetivo de criar protagonistas audiovisuais no município, ressaltando a cultura local (2005).
É sócio-fundador, acionista e diretor de marketing da empresa de assessoria e consultoria Marketing Pólis, desde 2004
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