Com a crise, as administrações municipais são as primeiras a ser atingidas. Os repasses do Fundo de Participação dos Municípios, que vem da arrecadação do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), estão diminuindo devido à queda da arrecadação de impostos pelo Governo Federal.
O FPM tem diminuído constantemente por dois motivos. Primeiro, a queda de arrecadação do Governo Federal, porque em tempos de crise, há um aumento da inadimplência dos contribuintes, que priorizam a produção e deixam de pagar alguns impostos. Segundo, porque o governo baixou o IPI de automóveis para as montadoras venderem mais carros e não demitirem seus funcionários. Arrecadando menos IPI, o repasse do FPM será menor.
Com tantas dificuldades, muitos prefeitos, secretários e demais funcionários logo se desesperam. Não sabem como agir, e, mesmo sabendo que existem empresas que prestam consultorias nas áreas específicas, não fazem questão de contratar nenhuma delas, preferindo aprender “com o tempo”.
Um erro gravíssimo como o de errar até aprender pode custar o mandato por uma série de acusações, entre elas a de improbidade administrativa. É preciso saber utilizar bem os recursos disponíveis e prestar contas para o povo através da comunicação e do marketing, de maneira ética e eficaz.
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Por Sullyvan Andrade - Publicitário, especialista em marketing político e propaganda eleitoral pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP).
Por Fábio Torquato - Publicitário, especialista em marketing político e propaganda eleitoral pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP). Epecialista em Gerência de Cidades da Faculdade de Artes Plásticas (FAAP-SP).
Bacharelado em Comunicação Social, habilitação em publicidade e propaganda (2003). Pós-graduado em marketing político e propaganda eleitoral pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP - 2007). Experiência em comunicação e marketing político desde 2000. Trabalho entre as principais periferias de São Paulo, Heliópolis, Parelheiros e Cidade Tiradentes, atuando como consultor de marketing político, visando estratégia de penetração do ex-Instituto Valores (OSCIP) em São Paulo-SP (2005/2007). Pesquisa e diagnóstico em Paraisópolis sobre o mandato do ex-vereador José Rolim de São Paulo-SP (2007).
Convidado para ser vice-coordenador e professor da universidade Estácio de Sá em Juiz de Fora para a disciplina “Planejamento de campanha”, no curso de pós-graduação em Marketing Político (2007).
Palestrante e conferencista em diversas cidades de Minas Gerais na área de publicidade e marketing eleitoral desde (2007).
Participação em campanhas eleitorais como consultor e coordenador de comunicação e marketing: Reginaldo Lopes (deputado federal - 2002/ reeleição 2006), Dr. Nilo (prefeito/2008), Zé Newton (prefeito/2008), Labenert (vereador - 2004/2008), Jose Mauro (vereador/2008), Marco Landim (vereador/2008), Ronaldo Toledo (vereador/2008), Milton Andrade (vereador /2000).
Assessor de comunicação política do prefeito de Santos Dumont-MG (2006).
Autor de projeto social nas escolas públicas de Santos Dumont: "Luz, câmera, Santos Dumont em ação", com o objetivo de criar protagonistas audiovisuais no município, ressaltando a cultura local (2005).
É sócio-fundador, acionista e diretor de marketing da empresa de assessoria e consultoria Marketing Pólis, desde 2004
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